Thanksgiving
Depois de quase um semestre sem postar, resolvi voltar dando graças…rs
Na verdade quero mesmo é aproveitar que nessa semana foi comemorado o dia de Ação de Graças nos EUA e no Canadá, então…vamos entender melhor o que é esse feriado:

”Em busca da terra prometida”, é como muita gente interpreta a sua vontade de ir para a terra do tio Sam, e acho que isso se deve aos primeiros peregrinos ingleses que partiram do Reino Unido e foram para a América do Norte tentar a vida.
Lá, encontraram a terra muito parecida com a Inglaterra e um inverno rigoroso…até que veio a primeira colheita.
Na primeira colheita, os colonos ingleses fundadores de uma vila em Massachusetts, estavam cercados de milho, perú, abóboras e peixes, e dividiram o alimento, fruto de muito trabalho com seus familiares e os índios que ali perto moravam.

Sendo assim, em comemoração a um ano de boa colheita, no ano de 1961, esses colonos passaram a reconstituir o que foi aquela primeira colheita dando graças pela fartura que lá havia.
Por isso que em filmes e séries sempre vemos na mesa o tradicional perú e o bolo de abóbora, e claro, todos os amigos e parentes reunidos.
Para explicar melhor o que houve, eis aqui um especialista nesses assuntos, contando o que é Thanksgiving, ou seja, o dia de dar graças.
Obs: Essa é a segunda parte do video, a explicação do Thanksgiving está no final, caso tenham interesse em assistir o video completo, segue as partes 1 e 3 no youtube:
I support to Brazil!

Na semana passada, no jogo entre Uruguai e Gana, eu estava passando em frente à padaria Bela Paulista, na região dos jardins, e parei lá, junto com dezenas de pessoas, para assistir a decisão nos pênaltis.
Ninguém ainda havia se recuperado da eliminação da nossa seleção e já estávamos torcendo para quem ficou…o que foi interessante já que tinha coreano torcendo pra Gana, argentino para o Uruguai e meu namorado, vendo só no que ia dar…
Então na hora me veio…How do we say “torcer” in English?
Eu sabia, mas não lembrava…então que seja feito um artigo para quem tem o mesmo problema que eu, e nunca mais se esqueça, e para quem não sabe, na próxima copa poderá desfilar por nossas ruas perguntando aos gringos:
Which team do you support?
Qual time você torce?
Para os que estão descontentes com a seleção brasileira, poderá responder:
I was a Brazil supporter!
Eu era um torcedor do Brasil!
Os americanos costumam usar “root” no lugar de “support” que é a preferência dos britânicos.
Ramon roots for Argentina.
Ramon torce pela Argentina.
Mas usa-se root ou support somente para times.
Há outras formas de se referir a torcer algo/ alguma coisa.
Por exemplo:
She grimaced at my suggestion.
Ela torceu o nariz à minha sugestão.
The cleaning lady wrung out the cloth.
A faxineira torceu o pano.
I sprained my wrist.
Eu abri o pulso.
Ref: Macmillan English Dictionary.
Paixão
No primeiro semestre deste ano, muitas coisas mudaram na minha, e essas mudanças trouxeram pessoas maravilhosas que vem contribuindo muito para formar a pessoa que vou ser daqui pra frente.
Nesse início de caminhada já conheci pessoas que fizeram e tiveram muitas experiências de vida, o que acaba acontecendo a troca de conhecimentos e vivências…
Hoje vou publicar o texto de uma dessas pessoas, o da Luciana.
A Lu passou um ano na Alemanha, e tem muito para nos agregar, e como estamos na semana do dia dos namorados vamos falar de um assunto que estará em envidência para todo mundo, a Paixão, o Amor e tudo que vem junto desse sentimento tão presente na vida das pessoas do mundo inteiro.
Espero agora que essa seja a primeira de muitas contribuições da Lu!

“Parece que aprender latim nos faz conhecer alguns mistérios da vida… Isso sim é idioma profundo…
A última descoberta foi a origem da palavra “paixão”. É (obviamente) latina, da palavra patior, que significa… Adivinhem… Sofrer. Isso me fez pensar. Lembrei das aulas do colégio, quando aprendi sobre a tradição trovadoresca. Lembram da coita de amor? Aquelas poesias cantadas, que expressam profundo amor idealizado? Pois é. Daí a palavra “coitado“. Cultura também é cultura.
Agora imaginem… Em alemão, paixão é Leidenschaft. E leiden singifica nada mais nada menos que… Sofrer. Schaft é só uma firula de sufixo para formar o substantivo. Engraçado é que são línguas de origens diferentes. Inconsciente coletivo? Sabedoria linguística? Pobres apaixonados. Coitados.
Mas vai aí uma esperança: paixão não é amor. Quem lê, não pense que sou contra os romances. Paixão é arder em fogo e consumir-se em cinzas. Amar é ver o mundo pelos olhos do outro. É querer bem como a si mesmo. Aliás, a palavra amor vem do latim amor, ou seja, nada de armadilhas. Nada de gato por lebre.
Aos amantes, felicidades. Aos apaixonados, mais sorte. Beijos a todos.”
Luciana Crepaldi
Cofrinho em inglês
Em uma das minhas viagens de casa até a faculdade, no ônibus é claro, tive a infelicidade de dar de cara com uma menina sentada, na minha frente, e com o “cofrinho à mostra”…então pensei: “Como se diz cofrinho em Inglês?”
Bom, existem duas formas de cofrinho…aquele que colocamos moedas e esses como o da menina no ônibus
O das moedas chama-se piggy bank , cofrinho em forma de porco para pôr moedas, como o meu Harry Porco…rs
O segundo é chamado de butt crack, como está ilustrado na charge a baixo!
Ref: Macmillan English dictionary
Saint Patrick’s Day
Esse é um tradicional feriado Irlandês, que é comemorado dia 17 de março em diversos países, como Inglaterra, EUA e Nova Zelândia, e nada mais justo do que dispor de um post em comemoração a um dos feriados mais legais do mundo. E para celebrar vamos descobrir a origem de trevos de três folhas, guinness e quem sabe, o porque da representação dos duendes nessa data, let’s go!
St. Patrick é o santo patrono da Irlanda católica, a Irlanda do Norte, que no século IV catequizou os irlandeses para o catolicismo. Quando tinha seis anos de idade, St. Patrick foi sequestrado e trabalhou como escravo, durante os trabalhos forçados ele teve uma visão, e então voltou à Irlanda onde tentou levar os irlandeses das religiões pagãs para o cristianismo construindo escolas e usando o trevo de três folhas para explicar a santíssima trindade, a Holy Trinity ( pai, filho e espírito santo) e tranformá-los em católicos.
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A data de comemoração ocorre dia 17 de março pois foi o nascimento de St. Patrick, e hoje é feriado nacional na Irlanda, onde todos se vestem de verde, pintam o trevo em seus rostos, bebem a cerveja, também verde, Guinness e saem desfilando de chapéu verde com referência aos duendes.
Mas o que os duendes tem haver com isso?
Mesmo sendo catequizados os irlandeses não se desprenderam das suas origens e ainda tem o duende como representação de sua nação,que tem origens e forte influência da civilização celta.
Conta uma mitologia que havia um rico e sábio duente que caso seja apanhado ele doa o seu ouro para ser libertado.
Portanto, se você estiver afim de conhecer mais sobre essa cultura, e beber muita Guinness, dia 17 de março vá a um Pub irlandês que eu tenho certeza absoluta que será diversão na certa!
Happy St. Patrick’s week !!!
Eu sei de cor!
Leia a música abaixo e perceba se você sabe toda a letra dela:
Atirei o páu _ _ _ tô
Mas _ _ tô _
Não morreu reu _
Dona _ cá
Admirou-se _ se
Do berro, _ _que o gato deu
Miau !!!!!!
Esta cantiga já está no nosso inconsciente popular e quando sabíamos algo assim, no passado as pessoas faziam a alusão de que essas coisas vêm do coração.
A expressão “eu sei de cor” tem origem latina, pois cor em latim significa coração, isso ocorre também com o inglês, na expressão “know by heart”.
Eu sei “atirei o páu no gato” de cor!
I know “atirei o páu no gato” by heart!
(Ao pé da letra: Eu sei atirei o páu no gato de coração).
Os primeiros dos escravos…
Embora eu esteja cursando Letras, não pretendo dar aulas.
Quero trabalhar com revisão e tradução, porém na minha Universidade é preciso cursar a licenciatura antes para depois fazer dois anos de bacharelado em Editoração e Tradução/Interprete, portanto não descarto a possibilidade, ainda que seja uma passagem de curto prazo, o fato de lecionar em algum momento da minha vida (lembrando que já dei aulas de informática, mas isso era outro tempo, outro público, outra história!).
Durante a minha aula de latim, no começo da semana, descobri uma coisa que eu tenho que compartilhar, e reforça a minha tese de que se na antiguidade éramos escravos, de alguma forma no presente e no futuro nunca muda muitas coisas, ou seja, o cenário modifica, as culturas evoluem, mas escravo uma vez, sempre escravo, parece uma lei que fica impregnada no subconsciente dos seres humanos, ruim mas é a verdade nua e crua.
Para contar essa história, vou tentar resumir ao máximo como tudo aconteceu!

O sul da Itália, em meados do séc. VIII e V a.C, foi colonizado pela Grécia ( os gregos desde aquela época eram pessoas ligadas à cultura com vasto conhecimento filosófico). Nessa mesma época o norte da Itália foi colonizado por uma civilização que nos dias de hoje não há muitos registros, chamados Etruscos (civilização com forte relação na pintura e escultura destacando-se para o bronze). O centro da Itália, o Lácio, era povoado por uma civilização à base de agricultura, no qual estava muito distante dos acontecimentos e evoluções culturais que ocorriam nas regiões norte e sul da Itália.
Antes disso, segundo algumas literaturas e lendas sobre a antiguidade, após a guerra de Tróia, ouveram fugitivos e dentre eles estava o pai de Rômulo e Remo.
No futuro, Rômulo fundou no Lácio (Latium-Latim) a cidade de Roma.
Roma virou um império pois seu Imperador conseguiu a confiança das duas civilizações, Etruscas e Gregas, o que possibilitou a invação e expansão do Império Romano. Partindo daí os Etruscos e Gregos viraram escravos de Roma, porém esses eram culturalmente superiores a Roma, e passaram a ser escravos que ensinavam boas maneiras, filosofia, teatro e etc.
E os escravos encarregados de ensinar as crianças Romanas eram os gregos paidagōgós , no latim paedagōgus ,e no Português moderno PEDAGOGO !!!!
Ou seja todo professor é escravo…kkkkkkkkk
Carrus Navalis
De onde vem a palavra carnaval?
Existem inúmeras expeculações sobre suas origens, mas encontramos com mais frequência a teoria de que é um ritual de origem na Grécia antiga.
Nessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.
Há indícios de que essa cultura foi assimilada por Roma antiga, onde essa realizava um louvor à saturno (primitivo soberano dos deuses e depois importante divindade agrária) marcando o final do ano dos romanos e o início de um novo ano agrícola. Durante os saturnais todos se vestiam ao contrário, ou seja, os ricos se vestiam de pobres e os pobres de ricos, todos paravam para comemorar os saturnais!
Encontramos o carvanal associado aos bacanais, que é uma festa da terra, do vinho e das florestas efetuadas em Roma e na Grécia em Louvor de Baco ( filho de zeus) e Dianísio ( deus da vegetação), onde as pessoas saiam em procissões acompanhados de músicas como nos carnavais atuais.
Outras teorias remontam o termo, do latim, a “carrus navalis” (carro que surgia dos mares), carro que distribuía vinho ao povo durante a festa de Isis, deusa egípcia adotada por gregos e romanos. No século 13, a festa de rua já era chamada de “carnevalo” e assim viajou no tempo até a “Belle Epoque” – final de século 19/comecinho do século 20 – quando continuava a atrair as populações que vinham admirar carros decorados e pessoas fantasiadas.
Na idade média a Ingreja católica rebatizou alguns cultos pagões como festas que passaram a ter traços mais religiosos, nesse caso a Quaresma, período que vai da Epifiânia ( Dia de Reis) à quarta-feira de Cinzas, servia para ligar o profano ao sagrado.
No Brasil, o carnaval foi trazido pelos portugueses, o primeiro baile de carnaval aconteceu no Rio de Janeiro em 1840, as pessoas atiravam umas nas outras água em limões de cera ou saquinhos com pó, farinha, cal ou o que tivessem nas mãos, hoje substituídos por confete e serpentina.
Conforme os séculos a idéia do ritual ou festa de carnaval foi se adequando às necessidades da evolução da sociedade.
Eu particularmente não gosto de carnaval, mas é impossível não admirar-se pela forma que essa festa sobreviveu à tantos anos, e ainda continua com toda a força no mundo inteiro, e principalmente aqui no Brasil.
O uso dos “porquês”
Todo mundo têm dúvidas e respostas, mas nem todos compreendem bem como fazer perguntas e iniciar suas respostas usando os “porquês”. Vamos falar sobre isso, atendendo a pedido do meu amigo Adriano!
Primeiro caso: Por que?
Usamos o “por que” separado toda vez que for possível substituir por “por que razão” ou “por qual razão“.
Veja o exemplo abaixo:
“Por que você não gosta de mim?”
Poderíamos substituir por: ” Por qual razão/Por que razão você não gosta de mim?”
- Entendendo a Gramática: É usado quando houver a junção da preposição por, com o pronome interrogativo que, ou com o pronome relativo que. Também pode ser substituído pelo qual, pela qual, pelos quais e pelas quais.
Segundo caso: Por quê?
O Uso do “por quê” é similar ao do por que, porém, é acentuado quando vier antes de um ponto, seja final, de interrogação ou exclamação.
Veja o exempo abaixo:
“Você não fez as suas tarefas, por quê?”;
“Ninguém me deu atenção. Por quê?”
Terceiro caso: Porquê
Nesse caso vamos direto ao exemplo, veja abaixo:
“Ele não explicou o porquê não fez as tarefas”;
“Há muitos porquês para a revolta armada”.
- Entendendo a gramática: Quando não apenas o sentido, mas é usado em lugar de um desses substantivos: motivo, causa, pergunta, e forma, com a preposição por, uma só palavra.
Quarto caso: Porque.
O porque junto é usado para respostas. Vejamos o exemplo abaixo:
“Não consegui chegar ao trabalho porque estava chovendo e alagou toda a cidade”
É isso aí, espero que esse artigo tenha colaborado para maior compreensão do uso desse ponto tão comum, mas que causa dúvidas para todos.
Façam como o Adriano, comentem, opinem e dêem sugestões de assuntos para este blog que tem o objetivo de nos ajudar com situações diárias.
Até a proxima
!
Putz, qual é mesmo o seu nome?!
Tenho certeza que todo mundo já passou por isso…
Ontem fui ao mercado e encontrei uma mulher super simpática, perguntou sobre a minha família, se eu já havia terminado a faculdade…ai fui lembrando dela, mas e o nome não vinha…passaram 10, 15 minutos de conversa e nada do nome da mulher….
Até que ela percebeu e disse…fale para a sua mãe que encontrou a Lúcia e ela mandou lembranças…putz, que mancada…hauhauhau
Então, na volta pra casa, surgiu a dúvida: Se eu tivesse que perguntar, denovo, o nome dela em inglês, como seria?
I DIDN’T CATCH YOUR NAME; WHAT IS YOUR NAME AGAIN?
Como é mesmo o seu nome?
Mas eu realmente preciso melhorar a minha memória…hehe
Ref: Novo dicionário português-inglês de idiomatismos e coloquialismos”












